“Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade. Que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Não espere. Promessas, vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só.”
— Caio Fernando Abreu.




Eu quero me deitar em uma tarde com você, e não pensar em mais nada além de nós. 


Estou bem, só que não tenho apetite. Meus nervos costumam me dominar, especialmente aos domingos; é quando me sinto péssima. A atmosfera é sufocante e pesada como chumbo. Lá fora não se ouve um pássaro, e um silêncio mortal e opressivo paira sobre a casa e se gruda em mim, como se fosse me arrastar para as regiões mais profundas dos abismos subterrâneos. Em tempos assim, papai, mamãe e Margot não têm a menor importância para mim. Ando de cômodo em cômodo, subo e desço escadas e me sinto um pássaro de asas cortadas, que fica se atirando contra as barras da gaiola. “Me deixem sair para onde existem ar puro e risos!”, grita uma voz dentro de mim. Nem mesmo me incomodo mais em responder, só fico deitada no divã. O sono faz o silêncio e o medo terrível irem embora mais depressa, ajuda a passar o tempo, já que é impossível matá-lo.

O Diário de Anne Frank.    (via tipografado)

O Diário de Anne Frank.    (via tipografado)


Ela não é completamente normal. Nem anormal. Ela só é ela, com todos os seus cantos, esconderijos, degraus, pontes, abismos.

Clarissa Corrêa.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Clarissa Corrêa.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Sofro de urgências, não gosto de esperar.

Clarice Lispector       (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Clarice Lispector       (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos. E apesar de saber de tudo isso, por que algumas dores duram tanto?

Chico Buarque (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Chico Buarque (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Quantas chances desperdicei, Quando o que eu mais queria. Era provar pra todo o mundo. Que eu não precisava. Provar nada pra ninguém.

Legião Urbana.  (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Legião Urbana.  (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Amadurecer talvez seja descobrir que sofrer algumas perdas é inevitável, mas que não precisamos nos agarrar a dor para justificar nossa existência.

Martha Medeiros.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Martha Medeiros.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Já sentiu aquela vontade de fechar os olhos e quando abrisse tudo estivesse mudado?

Chorão. (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Chorão. (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


2015 ta vindo de jegue só pode  


Porque um dia a gente descobre que apesar de vivermos quase um século, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos nem para dizer tudo o que tem que ser dito. O jeito é: ou nos conformamos com a falta de alguma coisa na vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras. Quem não compreende um olhar tampouco entenderá uma longa explicação.

Mário Quintana.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Mário Quintana.   (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


Claro que há coisas que me arrependo, coisas que gostaria de desfazer, coisas que mudaria se eu pudesse, mas devemos viver com resíduos de nossas escolhas; e com as consequências de nossas ações.

One Tree Hill.    (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

One Tree Hill.    (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)




Quero você aqui, no meio das minhas coisas, meus livros, discos, filmes, minhas ideias, manias, suspiros, recortes. Respirando o mesmo ar… Vem e fica.

Gabito Nunes. (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)

Gabito Nunes. (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


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